Músicas ambientais


Emanuel (1962) apud Santana (2012) afirma o seguinte acerca da dimensão da música: “A música é tão velha quanto a humanidade. É bem provável que o homem tenha cantado antes mesmo de falar”.

http://revistaletrando.com/revista/volume2/05.Elissandro.pdf

 

Após refletir sobre o que afirma Emanuel, cabe mencionar que, para além da idade da música, ela tem o poder universal de sensibilizar a humanidade e, levando-se em conta essa premissa, nesse espaço serão disponibilizados vídeos musicais ambientais para que a sociedade porto segurense, em especial, possa refletir acerca das questões socioambientais da cidade.

 

 

Vídeo 1. 

 

Letra de Macaco - "Moving".

 

Vídeo 2.

 

Uma letra bastante inteligente do grande Luiz Gonzaga que trata sobre questões ambientais. A música é uma denúncia ambiental incrível!

 

Vale escutar!

 

Xote Ecológico
Luiz Gonzaga

Não posso respirar, não posso mais nadar
A terra está morrendo, não dá mais pra plantar
E se plantar não nasce, se nascer não dá
Até pinga da boa é difícil de encontrar

Não posso respirar, não posso mais nadar
A terra está morrendo, não dá mais pra plantar
E se plantar não nasce, se nascer não dá
Até pinga da boa é difícil de encontrar

Cadê a flor que estava aqui?
Poluição comeu
E o peixe que é do mar?
Poluição comeu
E o verde onde é que está?
Poluição comeu
Nem o Chico Mendes sobreviveu

 

 

Vídeo 3.

 

Emicida e Vanessa, na canção "Passarinhos", de forma inteligente, fazem uma das denúncias socioambientais mais inteligentes que já vi na música brasileira.

 

Despencados de voos cansativos
Complicados e pensativos
Machucados após tantos crivos
Blindados com nossos motivos
Amuados, reflexivos
E dá-lhe anti-depressivos
Acanhados entre discos e livros
Inofensivos

Será que o sol sai pra um voo melhor
Eu vou esperar, talvez na primavera
O céu clareia e vem calor vê só
O que sobrou de nós e o que já era
Em colapso o planeta gira, tanta mentira
Aumenta a ira de quem sofre mudo
A página vira, o são delira, então a gente pira
E no meio disso tudo
Tamo tipo

Passarinhos
Soltos a voar dispostos
A achar um ninho
Nem que seja no peito um do outro
Passarinhos
Soltos a voar dispostos
A achar um ninho
Nem que seja no peito um do outro

Laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá

A Babilônia é cinza e neon, eu sei
Meu melhor amigo tem sido o som, ok
Tanto carma lembra Armagedon, orei
Busco vida nova tipo ultrassom, achei
Cidades são aldeias mortas, desafio nonsense
Competição em vão, que ninguém vence
Pense num formigueiro, vai mal
Quando pessoas viram coisas, cabeças viram degraus

No pé que as coisas vão, jão
Doidera, daqui a pouco, resta madeira nem pro caixão
Era neblina, hoje é poluição
Asfalto quente queima os pés no chão
Carros em profusão, confusão
Água em escassez, bem na nossa vez
Assim não resta nem as barata
Injustos fazem leis e o que resta pro ceis?
Escolher qual veneno te mata
Pois somos tipo

Passarinhos
Soltos a voar dispostos
A achar um ninho
Nem que seja no peito um do outro
Passarinhos
Soltos a voar dispostos
A achar um ninho
Nem que seja no peito um do outro

Laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá

Passarinhos
Soltos a voar dispostos
A achar um ninho
Nem que seja no peito um do outro
Passarinhos
Soltos a voar dispostos
A achar um ninho
Nem que seja no peito um do outro

 

 

Vídeo 4.

 

Absurdo - Vanessa da Mata

 

Havia tanto pra lhe contar
A natureza
Mudava a forma, o estado e o lugar
Era absurdo

Havia tanto pra lhe mostrar
Era tão belo
Mas olhe agora o estrago em que está

Tapetes fartos de folhas e flores
O chão do mundo se varre aqui
Essa ideia do natural ser sujo
Do inorgânico não se faz

Destruição é reflexo do humano
Se a ambição desumana o Ser
Essa imagem infértil do deserto
Nunca pensei que chegasse aqui

Autodestrutivos,
Falsas vítimas nocivas?

Havia tanto pra aproveitar
Sem poderio
Tantas histórias, tantos sabores
Capins dourados

Havia tanto pra respirar
Era tão fino
Naqueles rios a gente banhava

Desmatam tudo e reclamam do tempo
Que ironia conflitante ser
Desequilíbrio que alimenta as pragas
Alterado grão, alterado pão

Sujamos rios, dependemos das águas
Tanto faz os meios violentos
Luxúria é ética do perverso vivo
Morto por dinheiro

Cores, tantas cores
Tais belezas
Foram-se
Versos e estrelas
Tantas fadas que eu não vi

Falsos bens, progresso?
Com a mãe, ingratidão
Deram o galinheiro
Pra raposa vigiar

 

 

Vídeo 5:

 

Car@ leitor/a, preste bastante atenção na letra da canção abaixo, Protesto do Olodum (Clipe Oficial) - Timbalada | Daniela Mercury | Margareth Menezes | Araketu e perceba que pensar a sustentabilidade é ir além das questões ambientais. Enfim, a partir desta canção é possível refletir acerca de uma gama de injustiças socioambientais que inviabilizam um país mais justo sócio ambientalmente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vídeo 6.

 

Extermínio sutil.

 

 

Vídeo 07

 

La Patria Madrina

 

 

Vídeo 8: Nos barracos da cidade. De Gilberto Gil.

 

 

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